terça-feira, 2 de maio de 2017

Recaída

Volto, como quem não saiu do lugar
Como se virasse a face, distraída
Olhando a Lua, doce hipnotizar
Volto, como se das letras, tivesse recaída

E essa sintonia, alinha com o pensar
E chama; feito a luz de uma vela
Iluminando um pequenino lugar
Que agiganta, espanta o medo da cela

E sela com esse espaço, Novembro Poético
Um tempo de tantos anos, sobrevivendo
Nesse meio que apaixona, tão eclético
E quando menos percebo, vou escrevendo...

Meri Viero