domingo, 14 de agosto de 2016

REBENTO


Vamos misturar os  versos, uma vez só?
Quem sabe duas ou mais, ver no que dá?
Hoje choveu, a  água doce, apagou o pó,
Me diz, se a chuva, caiu  também por lá?

CÁ, O PÓ  ESTAVA  APENAS TOMANDO SOL,
DEPOIS QUE AS NUVENS  FORAM, ÀS ONZE;  
O OURO CELESTE FEITOR DO BELO ARREBOL,    
PASSOU  DEIXANDO  NUANCES DE BRONZE...  

Vamos misturar inspirações nossas,
Mas, perdoa, meus versos singelos;
Contigo, poeta, não há quem possa,
Teus voos são tão coloridos e belos.

É, POESIA ENSEJA VOOS SOBRE A VIDA,
NAS ASAS MULTICORES DA INSPIRAÇÃO;
INÉRCIA DA ALMA PELO DOM É VENCIDA,
POIS ACOSSA  À TAL, E INSPIRA A AÇÃO...

HÁ QUEM ACHE  POESIA ARTE ABSTRATA,     
SÃO PALPÁVEIS OS REBENTOS DO POETA;    
Se formam no peito, visível como prata,
Feito as medalhas olímpicas dos atletas.

Meri Viero e LEONEL SANTOS