quinta-feira, 18 de junho de 2015

CANÁRIO TERRA














O vento da madrugada, a chuva trouxe,
E a escuridão ainda faz parte do cenário;
Frio ameniza, e a chuva traz os acordes,
Se sobressai ao canto daquele canário.

Que na terra, se faz livre em cor de ouro,

As plumagens molharam, e só observa;
As belezas do Criador e seus tesouros,
Talvez imagine o dia, e o que lhe reserva.

Troveja os céus, e se assusta o pássaro,

Bate as asas sem sair do lugar, aplaude;
Como a agradecer pelo abrigo, amparo,
E pede que o sol tenha calma e aguarde.

Na hora certa, romperá nuvens pesadas,

E com alegria de sempre, asas secará;
Prometendo que  nas manhãs geladas,
Estufará o  peito, e suas notas, entoará.

Meri Viero