domingo, 7 de setembro de 2014

VERDE BANDEIRA















Não sou poeta, hoje sou verde bandeira...
Independência de uma nação brasileira,
Que continua ouvindo as velhas asneiras;
O que é sério vira uma triste brincadeira.

Há um medo constante no futuro incerto...
Eleições e promessas nas falas do político,
Mas nem ligo a tv, me alienei no deserto;
Do pensamento que juram ser democrático.

Mas censuram um palavrão as duas da tarde...
E mostram cenas de sexo na novela da noite;
Talvez isso é certo, ou nós somos os covardes;
Escondendo verdade dentro desse nosso peito.

Voto certo com certeza será mais uma vez errado,
Nesse mundo de espertos, nós somos os otários;
Acreditamos no futuro da nação, eles no operário,
Mas eles, continuam corruptos como no passado.

Meri Viero