quinta-feira, 7 de agosto de 2014

AMOR SEMEADO

Quem dera fossem reais os sonhos...
E não deixassem assim tão tristonhos,
Os meus versos que aqui componho;
Espero que veja, felicidade proponho.

Aqui ou lá, sem quimeras, nem esperas,
Com ou sem flores amarelas nas janelas;
Uma cadeira de balanço no fim da tarde,
Como vida embalando amor de verdade.

Criança estendendo as mãos sem receio,
E mesmo temerosa ansiosa por liberdade;
Amor semeado germinando sem maldade,
Florindo no tempo certo perfumando o meio.

Meri Viero