sexta-feira, 25 de julho de 2014

POÉTICA FUSÃO

Que a hora agora no tempo congele,
Fora lamentos atormentando a pele;
Aproxime beleza em festa tão verde,
Esperança fica mais bela e se rende...

Ao olhar a tarde que agora é quente,
Esquecida palavra triste e indiferente;
Solidão um espetáculo agora ausente,
Se lançada ao chão vira união presente...

Lançada ao ar vira poesia em questão,
Dessas que abriga um carente coração;
Que poeta e mente numa poética fusão,
Corpo e alma matéria em transformação.

Meri Viero